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Acessórios para movimentação de cargas

Correntes

Linga de corrente é um conjunto de uma ou mais correntes conectadas a terminais superiores e inferiores, para acoplar cargas a um equipamento de movimentação de carga. Os critérios de inspeção e descarte são descritos na NBR 15516-2.

Inspeção

Se a etiqueta de identificação da linga de corrente se desprender e as informações sobre a carga máxima de trabalho não estiverem claramente gravadas no anel de carga ou em outros locais, é aconselhável retirar a linga de corrente de uso. Além disso, recomenda-se que a linga de corrente seja retirada de serviço e encaminhada para uma avaliação completa por um profissional qualificado se qualquer uma das seguintes situações for identificada:

 a) Marcações Ilegíveis: 

Se as informações na linga de corrente estiverem ilegíveis. 

b) Terminais Incompatíveis:

 Se houver incompatibilidade entre os terminais superiores ou inferiores. Caso haja incompatibilidade os terminais e acessórios da linga deverão ser substituídos.

 c) Alongamento da Corrente: 

Caso os elos da corrente apresentem alongamento, não se articulem livremente ou mostrem uma diferença visível no comprimento das pernas, isso pode indicar que a corrente se estendeu, indicando deformação permanente. Nesse caso a linga deverá ser descartada ou as partes alongadas deverão ser subsituídas; 

d) Desgaste Visível: 

O desgaste geralmente se concentra na parte externa das seções retas dos elos, onde pode ser facilmente observado e medido. O desgaste entre elos adjacentes tende a ser oculto. Para verificar, a corrente deve estar solta, e os elos devem ser girados para expor as extremidades internas de cada elo. O desgaste é avaliado medindo o diâmetro indicado em relação ao diâmetro perpendicular. A média desses diâmetros não deve ser inferior a 90% do diâmetro nominal especificado. 

e) Defeitos: 

Caso seja notada a presença de cortes, entalhes, trincas, corrosão excessiva, descoloração por calor, elos dobrados ou defeituosos, ou quaisquer outros tipos de danos a linga de corrente deverá ser substituída.

Elos de ligação

Em 1952, a Gunnebo Industries introduziu o Coupling G-link, uma inovação que revolucionou a indústria de equipamentos de elevação. Antes do G-link, o uso de lingas de corrente totalmente soldadas era o padrão, um método que se mostrava caro e demorado, uma vez que cada linga de corrente precisava ser montada na fábrica de correntes. Com a introdução das eslingas de corrente G-link, era possível realizá-las em lojas de eslingas locais mais próximas dos clientes, o que proporcionou processos mais eficientes e flexíveis. Além de seu design aprimorado, o G-link é equipado com um sistema de pino especial de retenção. Esse pino possui uma reentrância no meio, onde uma bucha de travamento mantém um fio de mola em formato helicoidal. O arranjo do pino, mola e bucha assegura a retenção segura da bucha de travamento, mesmo que o fio da mola venha a se romper.

Inspeção

De acordo com a ABNT NBR 15516-2, qualquer componente da linga de corrente (como o elo de ligação) que apresente trincas, deformações visíveis, torções, corrosão severa ou depósitos que não possam ser removidos deve ser eliminado e substituído. Danos secundários, como entalhes e goivas, podem ser tratados por meio de esmerilhamento ou limagem, desde que feitos com cuidado. A área danificada deve ser suavizada, garantindo que não haja descontinuidades na superfície. A remoção do dano deve ser feita de forma a não comprometer a espessura do trecho, que não deve ser reduzida a uma medida inferior à especificada pelo fabricante, nem em mais de 10% da espessura nominal do trecho.

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